
Já pouca gente se lembrará da »farda de alumínio» que era a única que um recruta, antes de jurar bandeira, tinha o direito de usar. Era feita de cotim cinzento, o mesmo que servia para as fardas da GNR e da Guarda Fiscal, além das do Exército, é claro.
Como parti para o Ultramar, pouco tempo depois de jurar bandeira e lá não se usava esta farda, depressa lhe perdi o rasto. Mesmo puxando muito pela cachimónia não me lembro se as entregamos no Depósito de Fardamento, quando recebemos as novas fardas que levamos para Africa, ou que destino lhe demos.
Também acredito que ninguém se vai preocupar com essa minha falta de memória, passados que são quase 54 anos desde então.
Eu ainda bem me lembro dessa farda de cotim cinzento, de a ter deixado onde recebi a farda camuflada, um par de calças e um casaco de passeio, calções, toalha de rosto, peúgas, sapatilhas, botas de lona e de cabedal. Está tudo mencionado na minha caderneta militar! Não está lá nenhum louvor, mas também não está nenhum castigo!
ResponderEliminarPois eu já apanhei a farda azul sinal que sou mais novinho o principal é estarmos por cá ainda e com saúde para reviver o passado. Abraço
ResponderEliminarAlguém tem memórias dos anos 59/60? Da construção da Estação Radionaval?
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